Sintoniaferramenta do âmago

O que a conta não mostra.

Vocês não discordam de números — discordam do que é justo, de quem carrega o trabalho invisível, de quando um está sobrecarregado. A Sintonia cuida disso primeiro. Os números vêm depois, já em acordo.

Nem todo casal precisa da Sintonia — e tudo bem.

Os jeitos de um casal organizar o dinheiro formam uma escala, do mais separado ao mais fundido. A Sintonia é feita para o meio: os quatro jeitos em que há o que dividir e espaço para combinar.

Totalmente separadocada um por si; nada é compartilhadoaqui ela não é necessária
Divisão de contascada um com a própria vida financeira; os dois combinam quem paga cada contafeito pra vocês
Contas compartilhadasas contas são dos dois; cada um paga o que aparece, e vocês acertam no fimfeito pra vocês
Caixa comumuma parte do que entra vira dinheiro dos dois, gerido pelos doisfeito pra vocês
Proporcional à rendacada um entra com uma porcentagem do que ganhafeito pra vocês
Fusão totaltodo o dinheiro junto, uma coisa sóaqui ela ajuda pouco

Cinco casais, cinco jeitos.

Não existe divisão certa. Existe a que funciona para cada casal. Veja cinco exemplos — com as telas do app do jeito que cada casal as vê.

divisão de contas · independentes

Ari & Dani

Cada um com a sua conta, cada um com a sua vida. As contas da casa, que são dos dois, eram divididas no olho — até começar a pesar a sensação de que um pagava mais, sem ter como conferir. E tinha a TV a cabo: para Ari não fazia falta; Dani queria, e a conta ia ficando no ar.

Na Sintonia, combinaram quem cuida de cada conta da casa: o aluguel e a internet ficam com Ari; o mercado e a luz, com Dani. E a TV virou uma conta conjunta, com a parte de cada um definida ali: 20% para Ari, 80% para Dani. Ari topou os 20%; Dani deixou de arcar com tudo. Cada um vê quanto cobriu no mês — o que era sensação virou dado, e a conversa ficou leve.

contas compartilhadas · compromisso

Jô & Cris

Nunca quiseram um caixa: ao longo do mês, cada um vai pagando as contas da casa que aparecem. O que pesava era o fim do mês — quem pagou mais? A memória de cada um contava uma história, e o acerto virava cobrança.

Na Sintonia, cada um segue com a própria vida financeira, e o compromisso é com o que é dos dois: combinaram a proporção dessas contas — 60% para Jô, 40% para Cris — e continuam pagando o que aparece. No fim do mês, o app soma os pagamentos, mostra a parte que cabe a cada um e diz quem acerta com quem. O acerto passou a ser uma linha na tela.

caixa comum · o que é da casa, juntos

Cacá & Rai

Queriam sentir o casal como um espaço próprio de gestão do dinheiro, sem que ninguém abrisse mão da individualidade. Criaram um caixa do casal: cada um deposita um valor combinado, e tudo o que é da casa sai dali. O dinheiro de cada um continua sendo de cada um; o que é da casa, os dois gerem juntos.

Com o caixa veio a previsibilidade — eles olham só o fluxo: entrou, saiu, sobrou. E os sonhos ganharam lugar: em vez de um comprar por conta algo para a casa, os dois listam o que querem alcançar, das próximas conquistas aos sonhos maiores, e cada conquista realizada fica registrada.

proporcional à renda · decidem juntos

Alê & Dara

Rendas bem diferentes, e uma discussão que não passava: cada um podia se proporcionar uma qualidade de vida distinta, e nenhum dos dois queria sentir que "dava" dinheiro ao outro — nem contribuir mais só por ganhar mais.

O acordo veio quando entenderam que, para eles, a justiça estava na dedicação. Cada um passou a colocar 80% da própria renda na casa e a guardar 20% para si. Agora, quando alguém é promovido ou puxa uma renda extra, o caixa do casal sobe junto — e o que antes virava briga por trabalhar demais passou a ser sentido como esforço pela família.

lar × dinheiro · reconhecimento

Lu & Val

O conflito não era sobre o dinheiro em si. Lu sentia que bancava a maior parte e vivia em sobrecarga; Val sentia que cuidava de quase toda a casa sem que isso fosse visto. Cada um defendia o que fazia e cobrava o que faltava no outro.

Na Sintonia, combinaram que dinheiro e lar se compensam. As duas contribuições passaram a aparecer lado a lado, na mesma tela, com o total de cada um: quem entra com mais no dinheiro carrega menos o lar, e vice-versa. Na soma, quase empata. Cada um passou a enxergar o próprio esforço e o do outro, e a cobrança deu lugar ao reconhecimento.

E o que não é conta.

O trabalho que sustenta a casa e os sonhos de vocês também têm lugar — cada um na sua aba.

Nosso lar

Cada atividade da casa tem um valor combinado, e quem faz, registra. O equilíbrio do mês aparece em reais.

Conquistas

O que vocês querem alcançar, das próximas conquistas aos sonhos maiores. Cada uma realizada fica registrada.

Com um terapeuta ao lado: o Sintonizar.

A Sintonia funciona sozinha para casais que já conversam bem sobre dinheiro. E, como esse assunto toca em confiança, poder e histórias antigas, um terapeuta pode acompanhar o processo — é o Sintonizar.

Ele conduz a conversa em que vocês chegam aos acordos, com cuidado e sem tomar partido. O que ele enxerga é o que vocês combinaram, nunca as contas: quanto cada um ganha e gasta continua só entre vocês.

Conhecer o Sintonizar →

Como começar

Cinco passos — e o quarto é o coração: os acordos que dão forma ao jeito de vocês.

  1. 1
    Entre com a conta do âmago

    A mesma da plataforma. Suas finanças individuais liberam na hora, de graça.

  2. 2
    Crie um afeto e convide

    Convide quem divide a vida com você; quando os dois confirmam, abre a conta do casal.

  3. 3
    Respondam a pergunta de entrada

    Uma primeira pergunta, respondida por cada um, abre a Sintonia de vocês.

  4. 4
    Combinem os acordos

    Um a um: o modelo de gestão, dinheiro e lar, a contribuição. Cada acordo se firma quando os dois convergem.

  5. 5
    Acompanhem mês a mês

    Poucos minutos por mês — e recombinar sempre que a vida pedir.

Onde vocês divergem, o app nomeia a diferença e devolve a conversa a vocês.

Quer entender a ideia por trás? Leia o ensaio sobre a Sintonia →

Antes que você pergunte

Já uso um app de controle de gastos. Pra que outro?

Ele diz o que vocês gastaram. Diz o que é justo entre vocês dois? A Sintonia começa onde a planilha para: no acordo. Dá inclusive pra usar os dois — o controle lá, o combinado aqui.

Conecta com o meu banco?

De propósito, não. O que importa aqui cabe em poucos minutos por mês — e os dados de vocês não passam por agregadores. Vocês registram o que é do casal; o resto continua de cada um.

E se meu par não usar?

A Sintonia só existe a dois — cada acordo exige a resposta dos dois, e a assinatura é uma só, do casal. Convidar o par não é um recurso extra: é o jeito de funcionar.

E se a gente discordar?

Então o app fez o trabalho dele: mostrou onde vocês divergem antes da briga. A Sintonia nomeia a diferença com respeito e devolve a conversa a vocês — e, se tiverem terapeuta, ela vira material de sessão.

Preciso fazer terapia pra usar?

Não — dá pra usar sozinhos, e funciona. E, como dinheiro mexe com coisas delicadas, existe a possibilidade de um terapeuta acompanhar os acordos. É uma escolha de vocês, não uma exigência.

E se a gente quiser acompanhamento?

Existe o Sintonizar: o acompanhamento com terapeuta, dentro do app — tudo sobre ele está na página do Sintonizar. A assinatura do app (R$ 27/mês) é a única cobrança fixa da Sintonia, e a conta individual de cada um é gratuita.

uma ferramenta do âmago

O âmago é uma plataforma terapêutica que acolhe as muitas leituras de si num espaço que é só seu — e organiza esse trabalho. A Sintonia é um de seus artefatos.